Hernán Crespo, Martín Palermo, e Fernando Diniz são os nomes de técnicos favoritos para assumirem o comando técnico do Botafogo, após demissão de Martín Anselmi


Hernán Crespo, Martín Anselmi e Fernando Diniz - Foto Reprodução



Após a demissão do técnico Martín Rodrigo Anselmi ter ocorrido na manhã deste domingo 22/3, o Botafogo já monitora e sonda alguns nomes. Os 3 primeiros são o de Hernán Crespo que saiu do São Paulo após ter tido um desentendimento com Rui Costa, executivo do São Paulo, na ocasião Crespo disse que o tricolor paulista tinha que começar o campeonato com pés no chão e que a luta deles, era pra não ser rebaixados, pois ele almejou conquistar 45 pontos, o mais rápido possível. O que não pegou bem. E ocorreu a demissão dias depois.


Martín Palermo tem a estigma de ter sido um exímio jogador, campeão de tudo naquele super Boca Juniors do começo dos anos 2000. Palermo foi visto como técnico promissor para o futebol brasileiro, após uma boa sequência de jogos no Fortaleza na temporada de 2025, porém não pode evitar o descenso do clube da capital cearense.


Hernán Crespo: intensidade vertical e organização ofensiva


O trabalho de Hernán Crespo costuma combinar agressividade com estrutura tática clara. Em passagens por clubes como o Defensa y Justicia (onde conquistou a Copa Sul-Americana 2020) e o São Paulo FC, o argentino mostrou preferência por sistemas com três zagueiros.


Seu estilo se caracteriza por:


Transições rápidas e verticais

Uso intenso dos alas para dar amplitude

Pressão coordenada na saída adversária

Movimentação ofensiva com muitos jogadores atacando a área


Crespo tende a montar equipes compactas, que defendem com organização e atacam com objetividade. Para o Botafogo, significaria um time mais direto, físico e competitivo — especialmente em jogos grandes.


Martín Palermo: pragmatismo e jogo direto


Ídolo histórico como jogador, Martín Palermo carrega para a área técnica uma visão mais pragmática do futebol. Seus times, como os que dirigiu no Platense, costumam priorizar a solidez defensiva e a eficiência.


Características principais:


Bloco médio/baixo bem organizado

Valorização da bola parada

Jogo direto, com menos elaboração

Forte dependência de um centroavante de referência


Martín Palermo não costuma abrir mão do equilíbrio. É o tipo de treinador que primeiro “fecha a casa” para depois pensar em atacar. Para o Botafogo, seria uma escolha mais conservadora, focada em resultados imediatos e estabilidade.


Fernando Diniz: posse, risco e identidade


Já Fernando Diniz representa quase o oposto. Conhecido por seu estilo autoral — muitas vezes chamado de “dinizismo”, ele privilegia o controle do jogo através da posse de bola e da aproximação constante entre os jogadores.


Em trabalhos no Fluminense (onde venceu a Copa Libertadores da América 2023) e na seleção brasileira, Diniz consolidou uma proposta ousada:


Saída de bola curta e arriscada

Jogadores ocupando espaços próximos para triangulações

Alta mobilidade e troca de posições

Prioridade absoluta na posse de bola


E também vale destacar o vice-campeonato da Copa Do Brasil 2025 pelo Vasco Da Gama.


O risco é parte do pacote: seus times podem dominar completamente — ou sofrer com erros na construção. No Botafogo, seria uma aposta em identidade forte e futebol protagonista.


Três caminhos e nomes iniciais para o Botafogo


A escolha entre Hernán Crespo, Martín Palermo e Fernando Diniz não é apenas sobre nomes — é sobre filosofia.


Crespo: equilíbrio entre intensidade e organização

Palermo: segurança e pragmatismo

Diniz: ousadia e controle com a bola


Outros nomes também são especulados, como os portugueses: Vasco Seabra, Vasco Matos, Vítor Bruno, Ricardo Soares, Daniel Sousa, e Luís Castro que está no Levante (ESPANHA). Outros nomes também são especulados, como os portugueses: Vasco Seabra, Vasco Matos, Vítor Bruno, Ricardo Soares, Daniel Sousa, e Luís Castro que está no Levante (ESPANHA). Outros nomes de brasileiros, como Dorival Júnior (se for demitido do Corinthians) e Thiago Motta, agradam.


John Textor definiu a base salarial de treinadores: que é entre R$800 mil à R$ 1,5 milhão. Os últimos 2 técnicos que não fazem mais parte da SAF Botafogo (Davide Ancelotti e agora Martín Anselmi) recebiam respectivamente R$800 mil reais e R$1 Milhão por mês respectivamente.


Nas próximas semanas, o Botafogo será comandado pelo técnico Rodrigo Bellão, do time sub=20 do Botafogo, que disputou alguns jogos do Cariocão 2026, e da Copa São Paulo De Futebol Júnior.

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