Assim caminha a arbitragem seletiva da FERJ: Pedro China e Kadu do Bangu não foram expulsos após entradas desleais em Edenilson e Arthur Cabral, pois a arbitragem de Yuri Elino e Philip Georg Bennett interpretaram como se fosse luta livre (VÍDEOS)

Foto Reprodução/Premiere


O pseudo árbitro Yuri Elino Ferreira da Cruz deixou de expulsar dois jogadores do Bangu nos minutos iniciais do jogo contra o Botafogo neste sábado (7/3), na final da Taça Rio, na avaliação do comentarista de arbitragem Paulo Cesar Oliveira, do Grupo Globo. E de quem teve lucidez que assistia a partida no Niltão, ou na TV. 



 

Aos quatro minutos, Pedro China deu uma entrada forte na canela de Edenílson, com as travas da chuteira, e o árbitro deu vantagem e não mostrou nem cartão amarelo. Para PC, o volante do Bangu deveria ter sido expulso, já que foi uma “entrada maldosa, acima da linha da bola“.


 

Aos nove minutos, Arthur Cabral partiria livre em direção ao gol e foi derrubado por Kadu, que recebeu cartão amarelo. Na opinião de PC, era lance claro de expulsão, por se tratar de clara e manifesta chance de gol.



 Yuri Elino e Philip Georg Bennet - Foto Reprodução


Nos dois lances, o árbitro de vídeo Philip Georg Bennett fez vista grossa e não recomendou revisão na cabine do VAR, comprovando o quanto ele não é um profissional confiável, em jogos do Botafogo.




O mesmo Philip Georg Bennett, quando apitava jogos como árbitro de campo, teve várias controvérsias na carreira, inclusive quando expulsou Seedorf do Botafogo, injustamente em jogo da Taça Rio naquele 24 de Março de 2013, onde o Fogão venceu o Madureira por 2 a 1. Partida que ficou marcada como a primeira expulsão de Clarence Clyde Seedorf na carreira.


O Meia então do Botafogo fez questão de afirmar que não utilizou a palavra 'palhaçada', descrita na súmula pelo árbitro Philip Georg Bennett. Este teria sido o termo usado pelo surinamense-holandês ao receber a determinação de sair de campo pela linha lateral e não pelo meio de campo.


- Os fatos são esses. Essa palavra que ele falou que usei, de palhaçada, não falei nada disso. Talvez tenha sido jogador do Madureira e ele não entendeu. Foi uma confusão danada. Agora, ele não tem que inventar que falei isso - declarou.


Ainda sobre o lance da expulsão, Seedorf afirma não estar acima da lei, mas pede respeito com o seu currículo e história no futebol. Ele considera ainda que, se fosse mesmo substituído, tinha o direito, assim como os torcedores presentes, de sair pelo meio de campo para passar perto da galera e receber os aplausos. Afinal, ele, até o momento, havia resolvido o confronto até ali ao marcar o segundo gol da vitória de 2 a 1 do Botafogo.


Depois do fim daquela partida, Seedorf comentou à imprensa sobre o que houve:


- Não sou acima da lei e das regras. São coisas diferentes. Eu tento fazer tudo na lei. Estou falando de esporte e não tem nada a ver com crime. Eu sou diferente dos jogadores e tenho currículo que deve ser valorizado também. Tenho respeito com ele (o árbitro). E nesse momento do jogo ele não teve consideração pela minha carreira, simplesmente. Fui substituído várias vezes, mas nunca saí pelo lado do campo. Futebol faz parte do entretenimento. Faz parte sair por ali e ser aplaudido. A pessoa vai no estádio para aplaudir. Eu decidi o jogo. Cinco mil pessoas queriam esse momento comigo. Podia ser outro jogador que tivesse decidido - comentou.


Por fim, Seedorf ainda afirmou considerar toda essa repercussão em cima de sua expulsão um exagero. O craque, porém, afirma que o seu cotidiano continua igual.


- Estou com frio (risos). Eu durmo bem, como bem, estou relaxado. Parece que aconteceu um desastre natural com muitas mortes e foi só uma situação de jogo. Estou bastante angustiado por toda atenção que se criou. Tem uma decepção com a pouca sensibilidade. O Brasil é um pais que todos estão olhando, uma potência econômica mundial. Por uma coisa pequena se está criando estas notícias negativas pelo mundo inteiro. Fiquei mais triste por isso, porque não precisava. Poderia ter sido evitado - disse.

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