Eagle Football Holdings rebate Botafogo Associativo alegando tumulto em andamento do processo, e diz que jamais foi condenada a pagar alguma indenização para o Clube Social


A Eagle Football Holdings BidCO protocolou uma nova petição nesta quinta-feira (27/11) na Justiça do Rio de Janeiro contestando os pleitos do Botafogo associativo e solicitando indeferimento dos pedidos, informou “O Globo”.


A holding considerou os pedidos do Botafogo social como “descabidos”, “tecnicamente errados” e de terem como “único proposito tumultuar o andamento do processo”.


Sobre o pedido do clube associativo de pagar R$ 155 milhões, a Eagle afirmou que o pleito é “ilógico” porque “jamais foi condenada a pagar indenização alguma ao clube associativo”, acrescentando que “passivo não é dano”. Em alusão ao pedido de João Paulo Magalhães Lins, presidente do Botafogo Associativo.


Outro pedido do Botafogo associativo foi a nomeação de um interventor. Sobre esse pleito, a Eagle considerou a ação “descabida”, pois “a única pessoa que pode e deve intervir na SAF Botafogo é a Eagle Bidco, sua legítima controladora”.


Ainda de acordo com “O Globo”, a Eagle alega que o clube associativo “fabricou uma urgência” para apresentar os pedidos na segunda instância e lembrou que a ala social do Botafogo sempre apoiou John Textor – com isso, o BFR tenta “lavar as mãos”.


Também nesta quinta-feira, o desembargador Marcelo Almeida de Moraes Marinho, relator da ação movida pelo Botafogo social, se posicionou em relação aos pleitos e pediu que o juiz da 2ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro responsável pelo caso em primeira instância forneça informações sobre pedidos preliminares.

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