O aumento de estrangeiros no elenco do Botafogo aumentou com a chegada de Lucas Martín Villalba Jaume. O primeiro reforço para a temporada 2026 é uruguaio e veio do Nacional-URU por US$ 3 milhões (R$ 16,3 milhões na cotação atual). Agora, o Fogão tem 11 jogadores estrangeiros no elenco.
ACELEEEEERAAAA! 💨🔥
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Ponta-direita de muita velocidade, Lucas Villalba é o primeiro reforço do Botafogo para a temporada 2026! 🇺🇾⚽️ #VamosBOTAFOGO pic.twitter.com/z2nHaq8adQ
LUCAS VILLALBA É DO BOTAFOGO! 🔥🇺🇾 #VamosBOTAFOGO pic.twitter.com/9EB0WrdfuL
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Os regulamentos de competições nacionais regidas pela CBF permitem que apenas nove atletas de fora do Brasil sejam relacionados por partida. Um clube pode ter quantos estrangeiros quiser, mas apenas nove podem estar envolvidos no mesmo jogo. Ou seja, a abrangência de atletas dá a possibilidade de saídas.
Na conta atual, necessariamente dois atletas gringos teriam que ficar fora da relação das partidas do time comandado por Martín Anselmi.
Os estrangeiros do Botafogo
Loor (Equador)
Alexander Barboza* (Argentina)
Bastos (Angola)
Mateo Ponte (Uruguai)
Álvaro Montoro (Argentina)
Jefferson Savarino* (Venezuela)
Jordan Barrera (Colômbia)
Lucas Villalba (Uruguai)
Joaquín Correa* (Argentina)
Chris Ramos* (Espanha)
Kadir (Panamá)
*Jogadores que não estão certos sobre a continuidade, no caso de Barboza, ainda não teve o contrato renovado.
A lista ainda pode aumentar: o Botafogo negocia com o argentino Cristian Medina, do Estudiantes. A diretoria conversa com o fundo de empresários, liderado por Foster Gillett que levou o passe do meio-campista ao time de La Plata e há otimismo em um final feliz, pois ele quer uma valorização do atleta, e vê o Botafogo com bom potencial para isto.
Por outro lado, Savarino pode deixar o clube. O Botafogo aceitou uma proposta do Fluminense, que daria o jovem Wallace Davi mais uma quantia em dinheiro, pelo venezuelano. A operação só depende do "sim" do camisa 10 para ser finalizada.
Joaquín Correa também teve chances de sair. O argentino foi citado em trocas com o São Paulo por Ferraresi e Pablo Maia, mas o Tricolor não seguiu com a operação pelo alto salário do atacante.
Os altos vencimentos são fatores que fazem a diretoria tentar negociar atletas. Savarino ainda não se reapresentou porque não conseguiu deixar a Venezuela, alvo de ataques do exército dos Estados Unidos no fim de semana que terminou na captura do ditador Nicolás Maduro. Na próxima quarta-feira, Jefferson Savarino vai conversar com John Textor, para decidir o seu futuro, se fica mais um tempo no Botafogo ou irá para outro clube, neste momento o Fluminense desponta como favorito.
