Sem citar SAF Botafogo, Gabriel de Alba da GDA LUMA destaca o empreendedorismo latino como motor de mobilidade econômica durante conferência AVANCE Global 2026, em Las Vegas

Sócio-Gerente e Fundador da GDA LUMA, e também dono do The Catalyst Group que detém o Cirque Du Soleil abordou a importância do acesso ao capital, da disciplina empresarial, dos investimentos estratégicos e da inteligência artificial para impulsionar o crescimento de empresas e ampliar as oportunidades para empreendedores latinos. Durante o encontro, também compartilhou a experiência de recuperação e expansão de marcas internacionais, com destaque para o Cirque du Soleil



Gabriel de Alba durante conferência em Las Vegas/Nevada, EUA - Foto Reprodução/Avance Global

 

LAS VEGAS/NEVADA, ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA — O empreendedorismo como instrumento de transformação econômica, geração de riqueza e ampliação de oportunidades para a comunidade latina esteve no centro das discussões da AVANCE Global 2026, realizada em Las Vegas, Nevada, em 20 de outubro de 2026.


Entre os participantes do encontro esteve o mexicano Gabriel de Alba de 53 anos, fundador e sócio-gerente da GDA Luma Capital Management, que integrou um painel dedicado ao tema “Entrepreneurship as an Engine for Economic Mobility” — em português, “O empreendedorismo como motor da mobilidade econômica”.


A conversa reuniu também Tom Chavez, cofundador e sócio-geral da Superset, e Isabel Casillas Guzman, em um debate sobre empreendedorismo, investimentos, inteligência artificial, acesso ao financiamento e o futuro do crescimento dos negócios latinos. A conferência foi patrocinada pelo Banco Wells Fargo. 


Ao longo da discussão, Gabriel de Alba apresentou sua visão sobre os fatores que permitem construir empresas duradouras, recuperar negócios em dificuldades e identificar oportunidades que muitas vezes passam despercebidas pelo mercado tradicional de investimentos.


Sua participação destacou uma mensagem central: a capacidade empreendedora da comunidade latina precisa ser acompanhada de acesso ao capital, conexões estratégicas, disciplina na execução e disposição para assumir desafios que outros investidores podem considerar excessivamente arriscados.


Assista Abaixo:


Disciplina, resiliência e o sonho de construir grandes empresas

Ao iniciar sua participação, Gabriel de Alba utilizou referências ao esporte e à Copa do Mundo para estabelecer uma conexão entre a mentalidade competitiva dos atletas e a trajetória dos empreendedores latinos.


Para ele, a determinação, a capacidade de enfrentar adversidades e a disciplina diária representam elementos fundamentais para o desenvolvimento de negócios.


O executivo ressaltou que os empreendedores latinos frequentemente assumem oportunidades que outros participantes do mercado preferem evitar. Isso inclui empresas subestimadas, setores considerados difíceis e negócios que enfrentam desafios operacionais ou financeiros.


Em sua avaliação, esse posicionamento representa uma característica importante da trajetória empresarial latina: enxergar potencial onde outros identificam apenas dificuldades.


De Alba também destacou que a disciplina precisa estar acompanhada de uma visão ambiciosa de futuro. Para ilustrar essa perspectiva, compartilhou sua própria história de imigração.


Nascido no México, mudou-se ainda criança para os Estados Unidos, carregando a expectativa de estudar, construir uma carreira e buscar novas oportunidades.


A experiência pessoal serviu de ponto de partida para uma reflexão sobre o chamado sonho americano e sobre a importância de questionar os limites tradicionalmente impostos às comunidades imigrantes.


Em uma de suas mensagens mais expressivas, apresentou uma pergunta que sintetiza sua visão sobre o protagonismo latino:


Por que nós não podemos construir algumas das maiores empresas de mídia do mundo? Por que não podemos ser proprietários de grandes equipes esportivas? Por que não podemos desenvolver as maiores empresas de engenharia e construção?


Para Gabriel, a resposta começa com a disposição de acreditar nessa possibilidade e trabalhar diariamente para transformá-la em realidade.


Ele também compartilhou a trajetória de crescimento do fundo de investimentos com o qual está envolvido, destacando sua evolução de aproximadamente US$ 180 milhões, em 2003, para mais de US$ 6 bilhões.


O crescimento foi apresentado como resultado de uma combinação de disciplina, execução consistente e capacidade de identificar oportunidades de investimento ao longo do tempo.


Um dos momentos mais relevantes da participação de Gabriel de Alba foi a apresentação do caso do Cirque du Soleil, uma das marcas mais reconhecidas mundialmente no segmento de entretenimento ao vivo.


Durante o painel, Isabel Casillas Guzman questionou o executivo sobre os critérios utilizados para identificar empresas em dificuldades que ainda apresentam potencial de recuperação, especialmente em situações envolvendo endividamento elevado e desafios operacionais.


A pergunta abordou diretamente a diferença entre um negócio temporariamente comprometido e uma empresa cujo modelo econômico já não oferece perspectivas reais de recuperação.


Ao responder, Gabriel apresentou a trajetória do Cirque du Soleil como exemplo de como uma análise estratégica dos ativos de uma companhia pode revelar oportunidades mesmo em circunstâncias extremamente adversas.


Antes da pandemia de COVID-19, em fevereiro de 2020, o Cirque du Soleil era uma empresa global de entretenimento, com avaliação de mercado na casa dos bilhões de dólares e aproximadamente 10 milhões de ingressos vendidos anualmente.


Entretanto, com o início da pandemia, os espetáculos começaram a ser interrompidos em diferentes partes do mundo.


Primeiro na China, depois na Europa e, posteriormente, nos Estados Unidos, a companhia passou rapidamente de uma operação internacional com apresentações lotadas para uma situação em que precisou suspender suas atividades.


Segundo o relato de Gabriel, os antigos proprietários e credores decidiram não aportar novos recursos financeiros para sustentar a empresa naquele momento. Vale lembrar que o braço direito de De Alba, foi Daniel Lamarre, que fez um trabalho muito bem executado na recuperação do Cirque Du Soleil.


Foi nesse cenário que a análise dos ativos estratégicos se tornou fundamental.


Em vez de considerar apenas as dificuldades financeiras e operacionais, a equipe identificou elementos que continuavam apresentando elevado valor econômico, especialmente a propriedade intelectual da companhia.


Entre esses ativos estavam mais de 25 espetáculos que estavam em operação antes da crise, além de um amplo catálogo de propriedades intelectuais que poderia sustentar novas produções e oportunidades comerciais nos anos seguintes.


A estratégia consistiu em preservar esses ativos e reconstruir a empresa a partir deles.


Outro aspecto destacado por Gabriel foi a importância de garantir segurança aos artistas, performers, técnicos e demais profissionais envolvidos nas produções.


Mesmo sem saber quando os espetáculos poderiam voltar a acontecer, a companhia precisava oferecer condições para que os talentos permanecessem vinculados ao projeto e tivessem confiança na possibilidade de retomada.


A aquisição ocorreu em março de 2020, por aproximadamente 15% do valor de referência da companhia no mês anterior, segundo os números apresentados pelo executivo.


Da crise à expansão internacional

O resultado dessa estratégia foi apresentado como um exemplo de recuperação empresarial e criação de valor.


Segundo Gabriel, o Cirque du Soleil passou a vender aproximadamente 50 milhões de ingressos, superando os níveis anteriores de atividade mencionados em sua apresentação.


O executivo atribuiu essa trajetória à identificação dos ativos essenciais, à preservação da propriedade intelectual, ao suporte financeiro e à execução disciplinada de um plano de recuperação.


O caso também serviu para demonstrar como empresas aparentemente comprometidas podem voltar a crescer quando seus ativos fundamentais são preservados e existe uma estratégia adequada de capitalização e gestão.


Para Gabriel, a experiência reforça a possibilidade de investidores e empreendedores latinos assumirem posições de liderança em plataformas empresariais de alcance global.


Capital e oportunidades para empreendedores latinos

Outro eixo importante do painel foi a dificuldade de acesso ao financiamento enfrentada por empresas fundadas por empreendedores latinos.


Isabel Casillas Guzman destacou que, apesar do crescimento expressivo dos negócios latinos e de sua relevância econômica, muitos empreendedores continuam encontrando obstáculos para acessar recursos financeiros em condições competitivas.


A discussão envolveu diferentes modalidades de financiamento, incluindo:


Investimentos de capital de risco (venture capital).


Financiamento para empresas em estágio inicial.


Empréstimos bancários.


Investimentos de private equity.


Capital destinado à expansão e modernização de empresas.


Gabriel de Alba defendeu que o investimento em empreendedores latinos representa uma oportunidade econômica que ainda não recebe toda a atenção que merece.


Em sua visão, existe uma combinação relevante de crescimento empresarial, capacidade de consumo, inovação e identificação de problemas de mercado que pode sustentar negócios de grande escala.


Entretanto, o talento e a capacidade de execução precisam encontrar investidores dispostos a reconhecer essas oportunidades.


O executivo também destacou que o capital não deve ser direcionado apenas por entusiasmo ou identificação pessoal com os empreendedores. É necessário avaliar os fundamentos dos negócios, a capacidade de gestão e as perspectivas de criação de valor.


Essa abordagem foi ilustrada por sua experiência em investimentos e recuperação de empresas.


Para ele, o papel do investidor não termina na disponibilização de recursos financeiros. É necessário acompanhar a companhia, trabalhar próximo aos fundadores, apoiar decisões estratégicas e contribuir para que o negócio alcance um novo patamar de desenvolvimento.


A importância das conexões e do relacionamento empresarial

Durante a discussão sobre acesso ao capital, Gabriel compartilhou uma experiência familiar para ilustrar a importância de construir relacionamentos profissionais.


Ele contou que, em uma conversa de domingo à tarde, sua filha Isabella, de 16 anos, comentou que não sabia se deveria participar de uma feira universitária organizada pela escola.


Ela demonstrava preocupação com a possibilidade de competir por atenção com outros estudantes que poderiam se apresentar de maneira mais incisiva.


A orientação de Gabriel foi que ela não deveria simplesmente comparecer ao evento, mas estabelecer conexões específicas, identificar pessoas com quem gostaria de conversar e desenvolver relacionamentos que pudessem continuar depois daquele encontro.


A recomendação foi estabelecer dois ou três contatos relevantes e criar oportunidades para que as pessoas também se lembrassem dela.


No dia seguinte, Isabella entrou em contato com o pai para contar que havia conhecido três instituições de ensino e encontrado programas acadêmicos que despertaram seu interesse.


Para Gabriel, a experiência representa uma lição que pode ser aplicada diretamente ao ambiente empresarial.


Construir relacionamentos exige iniciativa, persistência e disposição para estabelecer contatos pessoais.


Segundo ele, empresas e empreendedores precisam fazer com que seus projetos sejam reconhecidos, em vez de permanecerem apenas como mais uma proposta entre centenas de apresentações comerciais e planos de negócios.


O executivo ressaltou que encontros como a AVANCE Global desempenham um papel importante justamente por aproximarem empreendedores, investidores, instituições financeiras e profissionais capazes de abrir novas oportunidades.


Também reafirmou a disposição de sua empresa em receber empreendedores interessados em orientação, financiamento e conexões estratégicas.


A proposta, segundo sua apresentação, é contribuir para que negócios latinos tenham acesso a capital, desenvolvam boas práticas de gestão e construam trajetórias sustentáveis de geração de riqueza.


Inteligência artificial: de ferramenta de produtividade a transformação dos processos empresariais


A inteligência artificial foi outro dos grandes temas discutidos durante o painel.


Com a participação de empresários e investidores que acompanham diferentes setores da economia, a conversa abordou os impactos da tecnologia sobre a competitividade, a produtividade e a organização das empresas.


Gabriel de Alba destacou que muitas organizações ainda estão nos estágios iniciais da utilização da inteligência artificial.


Atualmente, explicou, grande parte das empresas utiliza a tecnologia como uma ferramenta para resolver tarefas específicas, como elaborar textos, responder perguntas, redigir correspondências e preparar apresentações.


Entretanto, sua avaliação é que a próxima etapa será muito mais profunda.


Na visão do executivo, a inteligência artificial deixará de ser apenas uma ferramenta utilizada individualmente pelos profissionais e passará a substituir ou assumir partes inteiras dos fluxos de trabalho das organizações.


Essa mudança deverá transformar a maneira como as empresas operam, distribuem responsabilidades e organizam suas equipes.


Em vez de simplesmente acelerar tarefas existentes, a tecnologia poderá modificar a própria estrutura de determinados processos empresariais.


Produtividade, qualificação profissional e transformação do trabalho

Gabriel ressaltou que a incorporação da inteligência artificial poderá proporcionar ganhos expressivos de produtividade.


Porém, esses ganhos também exigirão mudanças na formação e no treinamento dos profissionais.


O executivo chamou atenção para a necessidade de preparar especialmente as novas gerações para um mercado de trabalho no qual determinadas funções serão automatizadas ou reorganizadas.


Segundo sua avaliação, a transição poderá gerar atritos sociais e profissionais, uma vez que a substituição de atividades por sistemas inteligentes exigirá novas competências e modelos de organização do trabalho.


A questão central, portanto, não será apenas adotar novas ferramentas tecnológicas, mas compreender como redesenhar os processos internos das empresas.


Gabriel incentivou os empreendedores presentes a utilizarem a inteligência artificial de maneira mais abrangente, examinando não somente como a tecnologia pode melhorar uma tarefa individual, mas também como pode transformar o funcionamento de toda a organização.


Proteção de dados e segurança do conhecimento empresarial

A discussão sobre inteligência artificial também abordou os riscos relacionados à utilização inadequada de informações corporativas.


Durante o painel, foi ressaltada a importância de proteger dados próprios, informações estratégicas e conhecimentos desenvolvidos internamente pelas empresas.


A recomendação foi que os empreendedores não utilizem ferramentas de inteligência artificial sem antes compreender como seus dados são tratados e quais informações podem estar sendo compartilhadas.


A construção de uma infraestrutura tecnológica adequada, capaz de aproveitar os ganhos de eficiência da IA sem comprometer informações confidenciais, foi apontada como uma prioridade.


Nesse contexto, a segurança dos dados e a proteção do conhecimento empresarial passam a integrar diretamente a estratégia competitiva das organizações.


Para empresas que trabalham com propriedade intelectual, informações de clientes, processos proprietários e estratégias comerciais, essa preocupação ganha ainda mais relevância.


A mensagem apresentada no encontro foi clara: a inteligência artificial oferece oportunidades extraordinárias, mas sua adoção precisa ser acompanhada de planejamento, governança e proteção dos ativos informacionais.


Investimentos em empresas resilientes à inteligência artificial

Gabriel também explicou como a transformação tecnológica influencia as decisões de investimento.


Segundo o executivo, sua estratégia contempla empresas consideradas resilientes diante dos avanços da inteligência artificial, especialmente aquelas cujas atividades dependem de experiências humanas e elementos que não podem ser facilmente substituídos pela tecnologia.


Entre os segmentos mencionados estão:


Esportes.


Mídia.


Entretenimento.


Marcas com forte identidade e relacionamento com consumidores.


A lógica apresentada é que a inteligência artificial pode melhorar a eficiência operacional dessas empresas, reduzir custos e ampliar determinadas capacidades, sem necessariamente eliminar o valor central de seus produtos e experiências.


No setor de entretenimento, por exemplo, a experiência presencial, a interação humana e o envolvimento emocional do público representam elementos importantes do modelo de negócio.


O executivo também destacou que o aumento da produtividade poderá contribuir para elevar a renda disponível e ampliar o tempo livre das pessoas, criando oportunidades adicionais para empresas ligadas ao lazer, à cultura, aos esportes e ao entretenimento.


Essa perspectiva demonstra como a tecnologia pode representar não apenas um desafio para determinados setores, mas também uma fonte de novas oportunidades de investimento.


O empreendedorismo latino e a construção de riqueza para as próximas gerações

Ao longo do painel, Gabriel de Alba apresentou uma visão de empreendedorismo que vai além da criação de empresas individuais.


Sua abordagem envolve a construção de plataformas empresariais, a recuperação de companhias relevantes, a formação de lideranças e a ampliação da participação latina em setores estratégicos da economia.


A discussão também evidenciou que a mobilidade econômica depende de diferentes fatores que precisam atuar conjuntamente.


Entre eles estão a capacidade de empreender, o acesso ao financiamento, a construção de relacionamentos, a qualificação profissional, a adoção de novas tecnologias e a participação em redes de investimento.


Nesse cenário, o executivo destacou a importância de aproximar a comunidade latina de oportunidades que historicamente estiveram mais concentradas em determinados grupos empresariais e financeiros.


A mensagem também foi direcionada às novas gerações, que precisam desenvolver ambição, disciplina e capacidade de estabelecer conexões para participar de mercados cada vez mais competitivos.


Uma mensagem de protagonismo e construção de oportunidades


Ao final da conversa, os participantes foram convidados a apontar uma mudança que poderia ampliar o número de pessoas capazes de criar e expandir empresas.


Gabriel de Alba voltou a destacar a utilização da inteligência artificial na transformação dos fluxos de trabalho como um dos caminhos mais importantes para ampliar a capacidade produtiva das organizações.


Sua participação na AVANCE Global 2026 reuniu, assim, três dimensões fundamentais de sua visão empresarial: a capacidade de reconhecer oportunidades onde outros enxergam dificuldades, a importância de disponibilizar capital para negócios com potencial de crescimento e a necessidade de preparar empresas para as transformações tecnológicas.


O exemplo do Cirque du Soleil demonstrou como ativos estratégicos podem sustentar a recuperação de uma companhia em um momento de crise global. A discussão sobre financiamento evidenciou os desafios enfrentados pelos empreendedores latinos para acessar recursos e construir negócios de maior escala. Já o debate sobre inteligência artificial apontou para mudanças profundas na organização das empresas e no futuro do trabalho.


Mais do que uma conversa sobre investimentos, o painel trouxe uma reflexão sobre representatividade, protagonismo econômico e construção de patrimônio empresarial.


A mensagem de Gabriel foi especialmente direcionada à comunidade latina: não basta participar do mercado, é preciso também ocupar posições de liderança, desenvolver grandes empresas, investir em novas gerações e construir plataformas capazes de competir internacionalmente.


A ambição de alcançar esse protagonismo, acompanhada de disciplina, conexões e execução consistente, foi apresentada como parte essencial do caminho para transformar o potencial empreendedor latino em resultados econômicos duradouros.


Questões empresariais e cenário de incerteza ampliam o interesse em torno de Gabriel de Alba

Apesar de sua participação na AVANCE Global 2026 ter sido concentrada em empreendedorismo, investimentos, recuperação de empresas e inteligência artificial, a presença de Gabriel de Alba também desperta interesse diante de questões empresariais envolvendo seus negócios e de informações relacionadas ao caso Credivalores/Crediservicios, na Colômbia.


O contexto acrescenta uma dimensão de atenção à atuação internacional do executivo, especialmente diante das questões que envolvem seus interesses empresariais e sua presença no mercado de investimentos.


Outro ponto que merece atenção é que, durante a conferência em Las Vegas, Gabriel de Alba não mencionou qualquer interesse em uma eventual aquisição da SAF Botafogo. 


A ausência de referências ao tema deixa sem esclarecimento público a situação de eventuais interesses relacionados ao futebol brasileiro e alimenta questionamentos sobre os próximos movimentos envolvendo o clube.


Paralelamente, John Textor busca retomar o controle do Botafogo, em um cenário que também envolve o empresário grego Evangelos Marinakis. As movimentações em torno do comando do clube mantêm o ambiente de incerteza sobre os rumos de sua estrutura de controle e governança.

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