Em entrevistas duplas, ex-presidente do Botafogo, Carlos Augusto Montenegro diz que é o fim da ERA TEXTOR, e que a SAF não está sendo transparente sobre o que está acontecendo (VÍDEOS)



O Botafogo pode estar atrás de um novo investidor, que não seja John Textor. Em entrevista ao perfil “PressFut“, o ex-presidente do Botafogo (1994-1996) Carlos Augusto Saade Montenegro revelou passos dados pelo clube social, que não tem falado a mesma língua da SAF.


Assista abaixo:


– Eu sei que foi assinado um contrato com algumas instituições financeiras procurando algum investidor. É uma situação difícil, porque a época está complicada, mas é torcer para dar certo – afirmou Montenegro nesta segunda-feira (23/3).


O dirigente ainda deu sua opinião sobre a demissão do técnico argentino Martín Anselmi.


– Ele não estava indo bem, mas eu acho esquisito essas coisas de demitir quando a pessoa ganha. Já é a segunda vez que acontece – comentou.



Ex-presidente do Botafogo e integrante do clube social, Carlos Augusto Montenegro se posicionou sobre a SAF do clube em outra entrevista. Desta vez para o torcedor e jornalista Pedro Henrique nesta segunda-feira (23/3), o ex-dirigente cobrou mais transparência de John Textor.


Assista abaixo: 


– A primeira coisa é a seguinte, não é o Botafogo, é a SAF Botafogo, que tem um dono de 90%. O Botafogo de Futebol e Regatas ficou com 10%. Então, é muito difícil a gente falar sobre o que está acontecendo, porque a gente não está tendo informações. Na minha opinião, o que está faltando mais hoje para a SAF do Botafogo é falar a verdade. Falar a verdade do que aconteceu, do que está acontecendo e quais são os planos para o futuro – afirmou Montenegro.


– Eu tenho certeza que se tudo for colocado na mesa, for falada a verdade etc, a SAF do Botafogo vai ter apoio. Mas, sem saber, escondendo informações, deixando a boataria reinar, é muito difícil, porque a gente não pode fazer nada, a gente não sabe o que está acontecendo. Então, o meu conselho, como torcedor e como ex-presidente, é fazer o que a gente fez em 1995. Mesmo sem dinheiro, a gente falou a verdade o tempo todo. Falta transparência, falta falar a verdade do que aconteceu, do que está acontecendo e do que vai acontecer – pontuou.

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