A última chance do caubói: John Textor e João Paulo Magalhães Lins viajaram para São Paulo, para conversar sobre ¨aporte¨ com auditoria externa; Caso não houver solução, representantes do Botafogo Associativo irão pedir à Justiça Do RJ que a liminar que mantém Textor como Dono, caia


John Textor e João Paulo Magalhães viajaram para São Paulo onde se reúnem com empresas de auditoria externa que avaliarão a validade do aporte prometido pelo empresário Norte-americano, que pretende tirar o dinheiro do próprio bolso — Foto: O GLOBO


É a última chance do caubói (Textor), de dominar o boi (Transfer Ban) antes de cair e sair do páreo (comando do Botafogo). 


John Textor e João Paulo Magalhães Lins, presidente do Botafogo associativo, viajaram nesta sexta-feira (30/1) a São Paulo para uma reunião com o banco que fará uma auditoria externa no aporte-empréstimo prometido pelo empresário Norte-americano, revelou “O Globo”.


 

A auditoria foi uma exigência do clube social para estudar a viabilidade e as condições da transação, estimada em US$ 50 milhões (R$264 Milhões). Há críticas internamente sobre os termos, que preveem juros altíssimos e vendas de jogadores como garantia. Na entrevista de ontem, Textor, declarou na Botafogo TV que estava encaminhado com a GDA LUMA e Hutton Capital


 

Segundo “O Globo”, o clima no momento é pacífico entre Textor e João Paulo, que voltaram a dialogar – os dois foram vistos conversando também num camarote no Estádio Nilton Santos, enquanto o Botafogo goleava o Cruzeiro por 4 a 0.



Ainda de acordo com a reportagem, John Textor enxerga na entrada do dinheiro para solucionar o Transfer Ban como “última cartada” para tentar se reerguer nos bastidores da SAF e também reconquistar parte do prestígio perdido com a torcida.


Apesar do clima amigável, o Botafogo associativo entende que é “preciso agir com firmeza”. Caso não houver uma avaliação positiva, o Botafogo social acionaria a queda da liminar que mantém John Textor no controle da SAF Botafogo, em pedido à justiça do RJ.


30 dias de Transfer Ban


A condenação do Botafogo na Fifa pelo não pagamento das parcelas totais ao Atlanta United, na compra de Thiago Almada em 2024, completou 1 mês nesta sexta-feira. O Transfer Ban impede o Fogão de registrar jogadores por três janelas. Desde então, os dias foram marcados por promessas públicas e nos bastidores, muitas incertezas e nenhuma resolução por parte de Textor, que apenas adia, e cria um novo problema.


O Botafogo deve US$ 21 milhões da contratação e outros pelo menos US$ 9 milhões de pendências de bônus por metas e pela transferência do meia para o Atlético de Madrid.


A primeira promessa do Botafogo veio por meio de uma nota oficial no dia 30 de dezembro de 2025. O clube afirmou que mantinha conversas construtivas com o Atlanta United e informou a expectativa de resolver antes do início da janela de transferências. Além disso, prometeu ser ativo nas contratações. O que não ocorreu neste mês de Janeiro de 2026. 

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