Segundo Lauro Jardim colunista de O GLOBO, Banco BTG Pactual além de auditoria do aporte/empréstimo via GDA LUMA e Hutton Capital, busca novos investidores para a SAF Botafogo

 


Segundo o colunista Lauro Jardim de ¨O GLOBO¨, o papel do Banco BTG Pactual no Botafogo vai além de uma simples auditoria financeira na operação financeira envolvendo a SAF (Sociedade Anônima do Futebol) controlada por John Textor.


Auditoria e investigação de aporte


O BTG  foi contratado para conduzir uma auditoria sobre o aporte (empréstimo) de US$ 50 milhões (R$264 Milhões) anunciado por Textor à SAF, avaliação que está sendo feita a pedido do clube associativo (parte minoritária e controladora formal do Botafogo tradicional). Essa auditoria busca analisar as condições do empréstimo/financiamento, incluindo garantias e custos da operação, diante de preocupações com a saúde financeira da SAF Botafogo.


Busca por investidores

No relato de Lauro Jardim, o BTG não está apenas auditando: ele também estaria sendo contratado para buscar novos investidores para a SAF do Botafogo. O objetivo dessa busca seria injetar capital novo na gestão do Botafogo, que atualmente enfrenta dificuldades financeiras sob o comando de John Textor, que é frequentemente descrito na coluna como “confuso” na gestão do clube.


O Botafogo está com Transfer Ban da FIFA, impedido de registrar novos jogadores devido a uma dívida pendente de parcelas restantes que não foram pagas, ao Atlanta United durante a compra de Thiago Almada.


Internamente, há pressão para que o aporte/empréstimo de Textor via GDA Luma e Hutton Capital realmente se concretize e alavanque a SAF, mas também críticas e dúvidas sobre os termos e a capacidade financeira real do grupo que hoje toca o clube. Já que tais empresas possuem altos juros ao mês.


Em entrevistas recentes ao ge, John Textor negou que a visita ao BTG tenha sido para “pedir dinheiro”, alegando que o banco atua como assessor financeiro do clube social e que a discussão foi explicar detalhes do aporte de US$ 50 milhões (R$ 264 Milhões De Reais) e as complexidades da operação.


A contratação do BTG para procurar investidores indica que a SAF atravessa um momento de estreita necessidade financeira, além de procedimentos de governança mais rigorosos pedidos pelo associativo.


Riscos persistentes:

A gestão financeira segue sob forte escrutínio, com debate entre torcedores e dirigentes sobre a sustentabilidade do modelo e o papel de Textor à frente da SAF.


Potencial impacto:

Se o BTG conseguir atrair novos investidores, isso poderia ajudar a reduzir a dependência de Textor pois sairia do comando da SAF, aliviaria a crise do caixa e daria mais fôlego ao futebol do clube.

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