Vilipendiado por Textor e arrastado pelo Furacão, Botafogo é goleado pelo Athletico Paranaense por 4 a 1 em mais um vexame e segue no Z-4, clima no elenco e vestiário é de Série B


Foto: Vítor Silva/Botafogo


Primeiramente #ÉTempoDeValentia #ForaTextor 

#OBotafogoSomosNós não dá para o Botafogo continuar nesta inércia administrativa, além das interferências no 11 inicial, ontem novamente a escalação de Arthur Cabral à mando de John Textor via Alessandro Brito e Léo Coelho ao Rodrigo Bellão foi evidente. Time que dono de clube ou SAF, quer dar pitaco demais, acaba ocorrendo isto. A SAF Botafogo foi vilipendiado (O termo vilipendiado é um adjetivo derivado do verbo vilipendiar, que tem origem no idioma latim vilipendere, composto por vilis (vil, de pouco valor) e pendere (avaliar, pesar), originalmente significando "avaliar como tendo pouco valor". Com o tempo, passou a expressar a ideia de tratar alguém ou algo com desprezo, menosprezo ou ultraje). É assim que o Botafogo está sendo tratado, mas isto dá pra mudar, basta a liminar cair que sustenta ainda Textor como acionista majoritário da SAF. Para que as coisas melhorem, e o Botafogo não seja rebaixado pela quarta vez. A última aparição pública de John Textor foi elogiando o arquirrival na premiação do Cariocão 2026 em 9 de Março de 2026.



Sem comando administrativo de qualidade, sem técnico após a demissão de Martín Anselmi, sem goleiros de ótimo nível, com os zagueiros Bastos e Alexander Barboza jogando desanimados, tal como os laterais: Vitinho e Alex Telles; Além da falta de centroavantes de qualidade, e errando tudo, o Botafogo foi goleado pelo Athletico Paranaense por 4 a 1 na noite deste domingo (29/3), na Arena da Baixada, em jogo atrasado da 5ª rodada do Campeonato Brasileiro, e continuou na zona de rebaixamento, com seis pontos em sete jogos, ocupando apenas a 17ª colocação.


O Botafogo foi totalmente largado, com uma crise absurda nos bastidores envolvendo a Ares, Eagle BidCo e um departamento de futebol inoperante. Com o ainda acionista majoritário da SAF, John Textor, que passou uma semana sem escolher o novo treinador, com o calendário repleto de jogos e sem espaço para treinar pela frente. O cenário é cada vez mais preocupante neste início de 2026. Além disso na janela doméstica, o clube desistiu de contratar um goleiro, preferindo investir no zagueiro Anthony do Goiás.


O Fatídico JOGO

Os minutos iniciais foram um resumo do momento do Botafogo: problemas atrás e falta de eficiência na frente. Aos dois minutos, o zagueiro Arthur Dias falhou, Arthur Cabral acionou Montoro, Matheus Martins recebeu em velocidade, limpou e chutou para fora, perdendo boa chance. 



 

No minuto seguinte, o Fogão tinha uma cobrança de lateral na linha do meio-campo, Alex Telles cobrou para Montoro que tocou pra Barboza que foi desarmado, Viveros conseguiu tocar antes de Barboza, saiu em disparada entrou na área, e finalizou cruzado por baixo de Raul, que falhou: 1 a 0. Um gol de pelada, bobo demais.


A equipe alvinegra não fazia uma partida ruim, mas falhava em momentos importantes, mostrando falta de confiança e buracos no elenco que todos nós sabemos – menos a diretoria. Aos dez minutos do primeiro tempo, mais uma boa jogada do Botafogo, Vitinho recebeu em profundidade de Cristian Medina, avançou e rolou no meio, Arthur Cabral tentou o domínio, mas a bola espirrou e ficou nas mãos do goleiro Santos. Era lance típico de gol, mas falta qualidade na frente.


 

Aos 39 minutos do primeiro tempo, a gente percebe que o time é tão desorganizado, que Edenilson destruiu um contra-ataque


 




Aos 42 minutos, Alex Telles cobrou escanteio, Julimar desviou levemente, Santos rebateu e Edenilson, caído, aproveitou no rebote e empatou: 1 a 1. Aí o time da casa encaixou dois bons ataques. Primeiro, Jullimar finalizou de fora da área e Raul fez grande defesa. Nos acréscimos, Dudu foi lançado na direita, com Alex Telles demorando para recompor, rolou no meio e Viveros, aproveitando que Bastos, Alexander Barboza, Medina e Vitinho ficaram torcendo, só teve o trabalho de completar e fazer 2 a 1.




 

No começo do segundo tempo, Alexander Barboza forçou para tomar o terceiro cartão amarelo na sequência, como estava pendurado, não jogará contra o Mirassol, e o Botafogo levou o terceiro. Após cobrança de falta por Esquivel, Aguirre desviou no meio do caminho, com Bastos o falhão fazendo linha de impedimento falsa, e fez 3 a 1 para o Athletico Paranaense. O Furacão devastou o Botafogo Vilipendiado & Drenado pela administração desgraçada de John Textor de 2025 até aos dias atuais.



 

Aos 21 minutos do segundo tempo, Montoro fez um lindo passe de trivela para o Arthur Cabral, mas como ele não é um centroavante de qualidade, desperdiçou a jogada. Vale lembrar que foi Martín Anselmi que vetou a venda de Arthur Cabral para o Torino em Janeiro. Um dos grandes erros do ex-treinador. Minutos depois o Athletico Paranaense marcou o quarto gol, com Benavides, mas foi anulado por causa de um toque de Viveros que estava em impedimento e participou da jogada. 


 

O jogo foi se arrastando, e aos 36 minutos do segundo tempo os donos da Arena Da Baixada fizeram o 4 a 1: Esquivel cobrou falta na linha lateral, quase um escanteio, Raul pulou totalmente perdido e a bola entrou no ângulo oposto. Um vexame, com direito a gritos de “olé!” da torcida Athleticana no fim.


Próximos jogos

O Botafogo terá agora uma sequência de quatro jogos no Rio de Janeiro, contra Mirassol, quarta-feira (1/4), às 19h30, no Estádio Nilton Santos; Vasco, no sábado (4/4), às 21h, em São Januário; Caracas, dia 9, às 19h, no Nilton Santos, pela Copa Sul-Americana; e Coritiba, dia 12, às 16h, no Niltão.


FICHA TÉCNICA

ATHLETICO-PR 4 X 1 BOTAFOGO

Estádio: Arena da Baixada

Data-Hora: 29/3/2026 – 19h30

Árbitro: Paulo Cesar Zanovelli da Silva (Fifa/MG)

Assistentes: Felipe Alan Costa de Oliveira (MG) e Celso Luiz da Silva (MG)

VAR: Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira (VAR-Fifa/MG)

Renda e público: R$ 864.995,00 / 21.967 pagantes / 22.625 presentes

Cartões amarelos: Luiz Gustavo e Arthur Dias (CAP); Cristian Medina, Alexander Barboza e Júnior Santos (BOT)

Cartões vermelhos: –

Gols: Viveros 3’/1ºT (1-0), Edenílson 42’/1ºT (1-1), Viveros 48’/1ºT (2-1), Aguirre 4’/2ºT (3-1) e Esquivel 36’/2ºT (4-1)


ATHLETICO-PR: Santos, Benavidez, Aguirre, Arthur Dias (Terán 15’/2ºT) e Esquivel; Luiz Gustavo, Jadson e Dudu (Portilla 42’/2ºT); Mendoza (Léo Derik 44’/2ºT), Viveros (Renan Peixoto 44’/2ºT) e Julimar (Zapelli 15’/2ºT) – Técnico: Odair Hellmann.


BOTAFOGO: Raul; Vitinho, Bastos, Alexander Barboza e Alex Telles; Edenílson (Jordan Barrera 29’/2ºT), Cristian Medina e Álvaro Montoro; Santi Rodríguez (Júnior Santos 13’/2ºT), Arthur Cabral (Nathan Fernandes 29’/2ºT) e Matheus Martins (Lucas Villalba 13’/2ºT) – Técnico: Rodrigo Bellão.




Classificação fornecida por Sofascore


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