Mesmo com arbitragem calamitosa do árbitro Rodrigo José Pereira De Lima e do VAR Adriano de Assis Miranda que não deram 2 pênaltis e até escanteio foi ocultado; Botafogo supera e vence Chapecoense por 1 a 0 com gol de cabeça de Alex Telles em jogo de ida da 5ª fase da Copa Brasil 2026


Alex Telles decidiu a partida com gol de cabeça - Foto: Vítor Silva/Botafogo



A tarde/noite no Estádio Nilton Santos em pleno feriado de Tiradentes, de 21 de Abril, em todo o Brasil, foi de muita felicidade para o Botafogo, que fez uma ótima partida, a Chapecoense só não levou outra goleada, por causa das chances desperdiçadas por Júnior Santos, e da arbitragem calamitosa, vergonhosa e desenfreada do Rodrigo José Pereira De Lima (FIFA/PE) além do pessoal do VAR, liderados por Adriano De Assis Miranda (SP), AVAR: Fabricio Porfirio de Moura (SP), AVAR 2: Thiago Luis Scarascati (SP) e da Observadora de VAR: Regildenia de Holanda Moura (RJ). Além destes, a tal bandeirinha: Brígida Cirilo Ferreira (Fifa/AL) fez relembrar a dita cuja da Ana Paula De Oliveira, que tirou a Copa do Brasil de 2007 a mando da Traffic Sports, pois o plano era do Fluminense vencer, e posteriormente vender Marcelo e Thiago Silva para o exterior o que ocorreu. 2 pênaltis não marcados, escanteio claro que Júnior Santos chutou em Bruno Pacheco não marcado, e a mesma Brígida, fazia sempre pressões quando jogadores do Botafogo iriam cobrar os escanteios quando estava por perto.


O Fogão encantou nesta terça-feira (21/4), diante de 26 mil torcedores no Nilton Santos, na partida de ida da quinta fase da Copa do Brasil. Um resultado que faz mais justiça ao que foi o jogo.


O Glorioso agora tem a vantagem de empatar na partida de volta, que será apenas no dia 14 de maio, às 18h, na Arena Condá, em Chapecó. Até lá, o Fogão terá muitos compromissos por Campeonato Brasileiro e Copa Sul-Americana. O jogo desta terça foi a sétima partida seguida do Alvinegro sem derrota e a terceira vitória consecutiva na temporada.


O jogo

Com um time mesclado, o Botafogo dominou o primeiro tempo. A Chapecoense até tentou ficar com a bola no comecinho, mas o Fogão quase abriu o placar aos seis minutos da primeira etapa. 


 

Júnior Santos recebeu ótimo passe longo de Montoro na direita e rolou para o meio, Kadir finalizou de canhota na trave e a bola resvalou em Victor Caetano, zagueiro da Chape, e voltou no próprio Júnior, que acabou desperdiçando o rebote, chutando para fora.


 

O Botafogo encontrou certa dificuldade para penetrar na fechada defesa da Chape, mas conseguiu criar algumas ocasiões depois. Aos 34 minutos do primeiro tempo, Ferraresi lançou, Montoro cabeceou para o meio, Kadir tentou o domínio e Júnior Santos chegou com tudo e isolou.


 

Aos 40 minutos e meio da primeira etapa, surgiu o lance mais polêmico da partida, Vitinho levou a bola pra área, o goleiro Anderson da Chapecoense deu uma entrada criminosa de joelho, nas costas de Kadir Barría, em tempos de arrascapênalti, o soprador de apito, Rodrigo José Pereira De Lima não marcou a penalidade, nem tampouco, Adriano de Assis Miranda chamou para revisar o lance. O primeiro roubo aconteceu. 


Por outro ângulo:



Pior foram os Vascaínos ressentidos do Dandan (narrador) da partida, e o Carlos Eduardo Lino, um dos comentaristas tentarem desconversar que o lance não foi para pênalti, como já diria o outro: ¨É porquê não foi nas costas deles¨. Este é o padrão interpretativo da CBF e de alguns do Grupo Globo, porém quando é algo relacionado à Flapress, ou em pautas que interessam a Leila Pereira, do Palmeiras, a análise é outra. 


A Chapecoense abusou do antijogo no segundo tempo, com uma cera impressionante.  



Aos 10 minutos do segundo tempo, surgiu a substituição que mudou o jogo, sob vaias, Caio Roque foi substituído por Alex Telles, àquele que faria o gol que iria garantir a vitória.


 

Logo aos 13 minutos do segundo tempo, mas uma manipulação ocorreu, a bola nitidamente bateu em Bruno Pacheco, mas a tal bandeirinha Brígida, disse que não e foi tiro de meta, para a Chapecoense. O lance indignou: Júnior Santos, Montoro, Allan, o técnico Franclim Carvalho e seu auxiliar técnico Luís Filipe Rodrigues, que foi até à Brígida falar como ela não marcou o tiro de canto (como dizem em Portugal).


 

O Botafogo seguiu atacando, mas quase levou o gol aos 20 minutos: Marcinho cruzou da esquerda e Garcez, totalmente livre, dominou e chutou por cima. Ainda bem! Foi uma das raras oportunidades concedidas pelo Fogão.


 



Depois disso, a pressão alvinegra prosseguiu. Aos 23, Alex Telles cobrou escanteio, o goleiro saiu mal, Montoro pegou a sobra de primeira e chutou, a bola desviou em Garcez e bateu na trave. Dois minutos depois, Kadir fez a jogada pelo lado esquerdo e rolou no meio, Vitinho chutou prensado e o goleiro Anderson conseguiu pegar a bola em cima da linha. Incrível.


 

Aos 31 minutos do segundo tempo, foi a vez de outro pênalti não marcado por Rodrigo José Pereira De Lima, e o VAR Adriano de Assis Miranda, após passe de Vitinho para Joaquín Correa que cruzou rápido, Rafael Thyere teve a intenção de interceptar o lance com o cotovelo, pênalti claro. Não marcado.


Era aquele jogo que parecia que a bola não ia entrar. E aí, numa outra rara estocada da Chapecoense, em jogada individual de Ênio, o ex-atacante alvinegro acertou a trave de Neto, de fora da área. 


 

No lance seguinte, Montoro lançou e Joaquín Correa finalizou, mas Anderson saiu muito bem no abafa. O Fogão não desistiu. E, aos 45, Vitinho cruzou da direita para Alex Telles, do outro lado, chegar cabeceando e fazer o gol que garantiu a vitória do Fogão, contra tudo e contra todos literalmente falando!


Assista aos melhores momentos:




Próximos jogos do Botafogo

O Botafogo volta a campo no sábado (25/4) para receber o Internacional, às 18h30, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. Depois, o Glorioso enfrenta o Independiente Petrolero, terça-feira (28/4), às 19h, no Nilton Santos, pela Copa Sul-Americana.


FICHA TÉCNICA

BOTAFOGO 1 X 0 CHAPECOENSE

Estádio: Nilton Santos

Data-Hora: 21/4/2026 – 17h

Árbitro: Rodrigo José Pereira de Lima (Fifa/PE)

Assistentes: Brígida Cirilo Ferreira (Fifa/AL) e Francisco Chaves Bezerra Junior (PE)

VAR: Adriano de Assis Miranda (SP)

Renda e público: R$ 812.690,00 / 21.969 pagantes / 26.001 presentes

Cartões amarelos: Caio Roque e Álvaro Montoro (BOT); Camilo, Rafael Thyere, Marcinho e Anderson (CHA)

Cartões vermelhos: –

Gols: Alex Telles 45’/2ºT (1-0)


BOTAFOGO: Neto; Vitinho, Ferraresi, Bastos e Caio Roque (Alex Telles 10’/2ºT); Allan (Cristian Medina 27’/2ºT), Danilo e Álvaro Montoro; Júnior Santos (Arthur Cabral 19’/2ºT), Kadir (Joaquín Correa 27’/2ºT) e Matheus Martins (Edenílson 27’/2ºT) – Técnico: Franclim Carvalho.


CHAPECOENSE: Anderson; Victor Caetano, Rafael Thyere (Bruno Leonardo 19’/2ºT) e Eduardo Doma; Marcos Vinicius, Camilo, Higor Meritão, Jean Carlos (Walter Clar 28’/2ºT) e Bruno Pacheco (Ênio 28’/2ºT); Marcinho (Rubens 28’/2ºT) e Garcez (João Vitor 44’/2ºT) – Técnico: Fábio Matias.

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