Portais italianos citam John Elkann, Alex Knaster da Iconic Sports, Sheik Moe Al Thani, Gerry Cardinale do Milan, e Juca Abdala como um dos 6 investidores interessados na compra da SAF Botafogo, em conversas iniciais com a CORK GULLY


John Elkann, Alex Knaster, Skeik Moe Al Thani, Gerry Cardinale e Juca Abdala são um dos 6 investidores - Foto Reprodução




Conforme nós da Gazeta Botafogo antecipamos em 2 de Abril de 2026, sobre os 6 possíveis investidores na compra da SAF Botafogo. Fomos também os pioneiros da notícia de forma exclusiva sobre os primeiros investidores desde de Agosto de 2025, e com matéria publicada em Setembro do ano passado.



 

A mídia italiana confirma o interesse de John Elkann em reformular a SAF Botafogo, comprando jogadores sul-americanos, numa relação bilateral com a Juventus. 


A informação também foi confirmada por um dos setoristas da Juventus, Dario Pellegrini em vídeo no Instagram.


Assista ao vídeo abaixo:



O Jornal Britânico Financial Times na última sexta-feira 10/4, fez um anúncio da venda dos clubes que estão na Eagle BidCo, através de comunicado via Cork Gully e os grupos interessados no negócio: também circulam os nomes de Gerry Cardinale e Alex Knaster um dos sócios de James Dinan da Iconic Sports. A crise de governança e as tensões financeiras que atravessam o futebol de tais clubes, encontraram uma nova esperança: o Botafogo, o Lyon e o RWDM Brussels estão oficialmente à venda, com um anúncio publicado no Financial Times. Trata-se de um movimento que não diz respeito apenas à reestruturação de uma holding em dificuldade, mas que imediatamente desperta o interesse de grandes investidores internacionais, incluindo John Elkann, figura de destaque no cenário do futebol europeu da Juventus, e CEO da Exor que administra a Stellantis responsável por carros elétricos. Um caso que entrelaça finanças, direito e esporte, e que pode redefinir os equilíbrios de propriedade em escala mundial.


No anúncio, o clube carioca é definido como “um dos clubes de futebol mais históricos do Brasil”, ressaltando seu valor simbólico além do econômico. Mas o Botafogo não é o único ativo envolvido: no mesmo pacote aparecem também o Lyon, tradicional clube do futebol francês, e o RWDM Brussels. Trata-se, portanto, de uma venda estruturada de todo o núcleo principal da holding. A intervenção da Ares, principal credora, ocorreu por meio de um procedimento previsto na legislação inglesa, com a nomeação de administradores independentes encarregados de estabilizar a situação e maximizar o valor dos ativos à venda.


O caso Textor: entre saída de cena e batalha legal

No centro da história permanece a figura de John Textor, agora fora do conselho de administração da Eagle Bidco após a renúncia oficializada em 24 de fevereiro. Segundo a Ares, o empresário Norte-americano teria apresentado “uma gestão constantemente inadequada” e falhas no cumprimento de normas, fatores que contribuíram para gerar instabilidade, culminando inclusive em uma proibição de transferências imposta pela FIFA. Apesar disso, ele ainda manteria o controle da SAF do Botafogo graças a uma liminar emitida pelos tribunais do Rio de Janeiro. Paralelamente, tenta injetar nova liquidez para sustentar o clube, mas enfrenta obstáculos regulatórios: a federação não aprovou o financiamento/empréstimo prometido de US$25 milhões de dólares (R$128,5 milhões). O próprio Textor comentou o anúncio da venda em tom conciliador: “Trata-se de um procedimento de rotina e de uma exigência legal em qualquer administração judicial, já que sabem que os atuais acionistas e credores apresentarão propostas. Portanto, precisam solicitar ofertas ao público antes de concluir qualquer acordo internamente. Acho que isso pode ser novidade para quem vive no Brasil, mas na Inglaterra é prática consolidada”.


Interesse internacional: de John Elkann aos grandes fundos

O anúncio no Financial Times atraiu imediatamente a atenção de diversos investidores. Segundo o jornal britânico, pelo menos seis grupos já demonstraram interesse no Botafogo e nos demais ativos à venda. Entre eles, destacam-se nomes importantes das finanças globais e do mercado esportivo. Entre os possíveis compradores estão Gerry Cardinale (RedBird Capital Partners), Apollo Global Management, o xeque Moe Al Thani, Alexander Knaster, Edward Eisler e a Iconic Sports de Jamie Dinan. Ao fundo, surge também o nome de John Elkann, já à frente da Juventus, cujo interesse confirma a relevância estratégica da operação. Também não faltam atores brasileiros, como Juca Abdalla e círculos ligados ao Banco BTG Pactual, sinal de que a situação da SAF Botafogo tem dupla dimensão: local e internacional. Em particular, a posição de Knaster parece coerente com uma estratégia mais ampla já vista em outras operações no futebol internacional com seus amigos Jamie Dinan e Edward Eisler. No momento, ainda não há um comprador definido, mas a presença de tantos interessados qualificados indica uma disputa acirrada pela reconstrução da SAF Botafogo sem John Textor.


Chegam notícias importantes da América do Sul que podem, no futuro, se mostrar muito interessantes para todo o universo Juventus. 


Entre os possíveis compradores do Botafogo estão: Alexander Knaster (atual acionista majoritário do Pisa e um dos sócios de James Dinan da Iconic Sports); Gerry Cardinale (proprietário do Milan); o Sheik Moe Al Thani, e sobretudo, o dono da Juventus, John Elkann.


A esse respeito, segundo uma fonte interna do BianconeraNews, Elkann já teria feito uma pré-análise para a compra do Botafogo, e a ideia seria utilizar o histórico clube do Rio de Janeiro como um celeiro de talentos sul-americanos a serem aproveitados também pela Juventus. Um mercado que Elkann já vinha explorando ao iniciar contatos com o Palmeiras (com quem houve patrocínios no passado) como nos tempos da FIAT. A eventual aquisição do Botafogo como equipe satélite seria mais uma prova de investimentos cada vez mais relevantes, profundos e direcionados por parte da propriedade da Juventus.


John Philip Jacob Elkann de 50 anos, tem uma relação afetiva com o Brasil, por ter passado vários anos de sua infância no País com a sua mãe Margherita Agnelli, o pai dele é o cineasta Alain Elkann. O atual dono da Vecchia Signora (Velha Senhora) um dos apelidos da Juventus, nasceu na cidade de Nova York, EUA; Depois de alguns anos no Brasil, Elkann estudou em escolas internacionais, foi para a França, Reino Unido, e depois se formou Engenheiro no Politécnico de Turim, e como presidente da Stellantis, a antiga terra de Vera Cruz é estratégica — especialmente porque o Brasil já é um dos maiores mercados da empresa (Fiat, Jeep, Peugeot, etc.). Investimentos em carros elétricos por aqui fazem sentido industrial e político. Se houver uma gestão bilateral com a Juventus, não focando apenas do Botafogo ser um clube-satélite, ele será bem vindo. O que sabemos é que John Elkann monitora o Botafogo desde a Copa Do Mundo De Clubes 2025, e ficou encantado com vitória do Fogão contra o PSG, no Estádio Rose Bowl, em 19/06/2025, pela segunda rodada do Grupo B da maior competição de clubes da FIFA. Outros investidores farão propostas à Cork Gully nos próximos dias.


Com informações Tutto Sport e Bianconera News

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