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Foto: Vítor Silva/Botafogo |
O 6 a 1 sofrido pelo Botafogo em Cusco no dia 13 de agosto de 2026 foi um duro golpe que abalou as estruturas do clube. Na partida de volta, ontem, 20 de agosto de 2026, a equipe até buscou a reação, com chances claras desperdiçadas — incluindo dois gols perdidos por Arthur Cabral e um por Vitinho — que poderiam ter resultado em um placar favorável de 4 a 0. Esse resultado teria permitido sonhar com uma virada histórica ou ao menos decidir nos pênaltis contra o Cienciano. Mas não foi o que aconteceu.
O Botafogo precisa acionar o sinal de alerta imediatamente, especialmente na escolha do novo técnico e na prevenção contra manipulações nos bastidores. O que vimos nos últimos minutos do jogo de volta da Copa Sul-Americana, um verdadeiro jogo-treino televisionado, sob comando de Rodrigo Dias Bellão e a comissão técnica improvisada, foi um reflexo da derrocada sofrida em 2023 sob Lúcio Flávio. Porém, desta vez, a luta é contra o temido Z4.
O clube necessita de um técnico experiente e com salário acessível, capaz de levar o Botafogo a ultrapassar a marca de 45 pontos no Brasileirão 2026. Para os que defendem o investidor John Textor, é importante destacar que a antiga diretoria do Botafogo — marcada por insolvência financeira, envio de recursos para o Lyon, e negócios desastrosos com Marinakis — deixou o clube em uma situação dramática. A aposta em Arthur Cabral, apesar de ter à disposição nomes como Róger Guedes, Firmino e Lacazette para disputar um Super Mundial de Clubes e garantir vaga direta na Libertadores, não foi suficiente. Resultado: eliminação precoce e queda para a Copa Sul-Americana.
Agora, a meta mais realista é conquistar pelo menos uma vaga na pré-Libertadores, com uma campanha sólida no Brasileirão, somando mais de 45 pontos. Para quem ainda se prende à disputa entre "Social vs Textor vs GDA LUMA", isso é pura perda de tempo. O verdadeiro sabotador, que desestruturou a Eagle BidCo e pensa apenas no próprio bolso, permanece ativo dentro da SAF Botafogo: Deive Bandeira. Ele, junto com Léo Coelho, mantém contato com Textor e representa um risco constante ao futuro do clube. É como comprar uma empresa, e permitir que quem causou insolvência financeira ou foi cúmplice na antiga gestão, continue com cadeira cativa.
É necessário que Gabriel de Alba, da GDA LUMA, tome uma atitude já: demitir o trio ligado a John Charles Textor — Léo Coelho (pseudo diretor de futebol), Deive Bandeira (que negocia jogadores como um verdadeiro "Caifás" da SAF) e Brunno Noce, Head Scout temporário e arcaico. Eles precisam sair do clube imediatamente.
Outro ponto crucial é a possibilidade de venda do Álvaro Montoro nesta segunda janela de transferências. Isso seria uma super sabotagem. Não se pode permitir que a diretoria cometa este erro fatal. Como se espera que um novo dono mantenha funcionários que quase levaram o clube à falência com a gestão anterior? A resposta é clara: não se mantém.
Além disso, a diretoria precisa se posicionar contra as manipulações explícitas da CBF e CONMEBOL. O que aconteceu no jogo contra o Cienciano, com dois pênaltis não marcados e duas expulsões ignoradas pelo VAR Ulises Mereles e pelo árbitro Juan Benítez, foi uma covardia. Alejandro Hohberg, por exemplo, agrediu o goleiro Warleson com uma entrada criminosa, e nada foi feito. Enquanto isso, Alejandro Domínguez, presidente da CONMEBOL, prefere se envolver em militância política do que combater o roubo explícito nas partidas. Isso precisa acabar. Pois deixa a militância nula, pois fingem combater e lutar por uma bandeira, mas o roubo é permitido desde que beneficie os clubes que mais geram lucro para a Confederação.
O Botafogo enfrentará uma verdadeira tríade de jogos de impacto no Brasileirão Série A 2026 — Athletico Paranaense, Flamengo e Palmeiras — e a diretoria precisa contra-atacar ferozmente. Nos bastidores desse campeonato de cartas marcadas, farão de tudo para que o time perca esses confrontos pelo VAR e o uso da tecnologia de impedimento semiautomático. Não há como confiar em Sandro Meira Ricci na arbitragem ou no atual presidente da CBF, Samir Xaud.
O maior temor do BAP e do consórcio que apoia o Flamengo é ver a SAF Botafogo e a do Vasco fortes. Eles sabem que, enquanto BFR e CRVG brigam nas competições, o Fluminense se mantém como capacho e trampolim político, servindo apenas para votos decisivos o tal voto de minerva.
Spain just went dark in the middle of the day.
— Dylan K (@MightyDylanK) August 12, 2026
Total solar eclipse. Absolutely unreal. 🌑🇪🇸
Tarragona, Spain 🇪🇸 pic.twitter.com/5jSn5LChmP
Por fim, se o eclipse solar total na América do Norte que passou por México, Canadá e EUA, em 8 de abril de 2024 foi benéfico para o Botafogo, o eclipse na Espanha em 12 de agosto de 2026, data do aniversário de 122 anos do clube, parece trazer um presságio nada bom para o clube da estrela solitária, que assim como em 2024, terá que voltar a ser uma Constelação dentro e fora de campo. A luta para escapar do Z4 será árdua, e o Botafogo precisa estar pronto para enfrentar essa batalha com coragem, estratégia e, acima de tudo, gestão séria.
O Botafogo não pode mais errar. É hora de cortar as amarras do passado, renovar a equipe técnica, fortalecer o elenco com um centroavante goleador e combater as manipulações que insistem em minar o futebol brasileiro principalmente contra o Botafogo. O futuro do clube depende disso.
O Botafogo precisa despertar agora ou sofrerá as consequências de mais um ciclo de fracassos e com aval do comitê que amam manipular o campeonato brasileiro, com lances picotados, sempre no segundo turno. O apostador William Rogatto já deixou explícito na CPI sobre manipulações e apostas esportivas, como funciona. Cabe agora a nova diretoria do Botafogo estar atentos, ao que há de vir e contra-atacar para desarmar os planos de que ama manipular. A Good Game! tá aí para ser acionada, como fez em 2024. Será necessária usar em 2026 também. REAGE, VÁ PRA CIMA BOTAFOGO.
