Há exatamente 1 ano em 30/11/2024 o Botafogo conquistava a sua primeira Libertadores, contra o Atlético Mineiro, em uma das melhores finais dos últimos 30 anos (REVEJA A FINAL)



Marlon Freitas erguendo a taça da Libertadores, com o elenco campeão de 2024 - Foto: Buda Mendes/Getty Images


O que aconteceu no Estádio Monumental U em Lima, na tarde de sábado, no horário local na decisão de 2025, não se compara e nem chega perto do que foi a final de 2024, e falamos isto sem nenhum clubismo. A final de 2024 brilhou, encantou todo o continente das Américas (Sul, Central e Norte), além de todo o mundo. O Botafogo venceu na bola, na raça, o arquirrival motivado por inveja, decidiu plagiar na base da trapaça e do roubo, em 2025, isto ficou evidente quando um jogador deles (Plata) foi expulso, e no tapetão junto à CONMEBOL, teve a expulsão cancelada, e pôde jogar normalmente no jogo de volta contra o Estudiantes. 


 



AS, Olé e Neuquén postaram o que aconteceu em Lima. 




Era óbvio que na final da Libertadores 2025, o roteiro da inveja seria ainda mais explícito, quando aos 29:09 do primeiro tempo, Bruno Fuchs, que foi chutado e arranhado pelo Pulgar, não foi expulso da partida, pelo árbitro Darío Herrera, e o VAR Héctor Paletta não chamou pra revisar o lance. Mas esta matéria não é pra falar sobre lixo, para isso existe a reciclagem, que todos os outros times da América Do Sul, e do Brasil, quando for possível, se unam, e façam tal reciclagem, para que o lixo não fique em evidência (quem lê entenda).


Neste Domingo 30 de Novembro de 2025, completa exatamente 1 ano que o Botafogo era campeão da Conmebol Libertadores Da América, no Estádio Monumental De Núñez (Mâs Monumental) na cidade de Buenos Aires, na Argentina.


 

A final de 2024 foi tão especial e histórica, que teve a presença do Tenista sérvio Novak Djokovic, que carregou a taça da Libertadores antes da final ter começado no Estádio Mâs Monumental, em Buenos Aires.



Gregore com pé alto atingindo a cabeça de Fausto Vera, Almada e Igor Jesus olhando ao fundo no Estádio Monumental Mâs em Buenos Aires - Foto: Agustin Marcarian/Reuters


 

Há 1 ano atrás naquele 30 de Novembro de 2024, o Botafogo faria uma das melhores finais da história da Libertadores, jogando com raça, alma e emoção, mesmo com 1 jogador expulso, Gregore que levantou o pé demais e acertou a cabeça de Fausto Vera, aos 30 segundos do primeiro tempo, naquele momento, botafoguenses de toda as idades, ficaram apreensivos, nervosos e sem saber o que iria acontecer, sem qualquer tipo de perspectiva sobre os 89 minutos e 30 segundos restantes. Já que jogaria com 1 jogador a menos.


O técnico Artur Jorge teve que reorganizar o Botafogo, com Marlon Freitas tendo que voltar para marcar, e ora, jogando com se fosse um zagueiro, O Botafogo taticamente variou entre o 5-3-1 (sem a bola) e o 4-4-1 (com a bola). O goleiro John conseguiu fazer boas defesas, na medida que os minutos iam passando.


O Atlético Mineiro chegava chutando de fora da Área, principalmente com Hulk, e uma dessas finalizações, acertou a cabeça de Alexander Barboza.


Durante o atendimento médico, Artur Jorge chamou Luiz Henrique para que ele trocasse de lado do campo, saísse do habitual lado direito, e jogasse pelo lado esquerdo. E deu certo. 


 

A Camisa 7 mística e histórica do Botafogo apareceu, aos 34 minutos e 38 segundos começava a jogada do gol, com Telles, Thiago Almada e Marlon Freitas trocando passes, na sequência, Almada fez bom drible passou pra Luiz Henrique que tocou rápido pra Marlon Freitas, que tentou um chute, a bola foi pra Almada, que rapidamente tentou um passe, a bola resvalou em Junior Alonso, do Atlético Mineiro, em seguida sobrou pra Luiz Henrique abriu o placar para o Botafogo, após chute forte, sem chances pro goleiro Everson.



 

O Atlético Mineiro sentiu o gol, e o Botafogo aproveitou o bom momento, aos 39 minutos, Igor Jesus cabeceou em disputa aérea contra a marcação de Fausto Vera e Alan Franco, Júnior Alonso se atrapalhou e colocou Guilherme Arana no ¨fogueira¨ com cabeçada errada, que virou bom passe pra Luiz Henrique que correu, e antecipou o lance, e foi tombado dentro da área pelo goleiro Everson, no primeiro momento o árbitro Facundo Tello não tinha marcado nada, o VAR Mauro Vigliano chamou o lance pra revisão e o pênalti foi assinalado.


 

Na sequência aos 44 minutos do primeiro tempo, Alex Telles marcou o segundo gol, que foi importante demais, ter o 2 a 0 ainda no primeiro tempo, com 1 jogador a menos.


A torcida do Botafogo em massa, vibrou bastante e comemorou pra demais, com muita alegria, emoção. O primeiro tempo teve 6 minutos de acréscimo. E terminou aos 51 minutos.


 

Porém para quem achava que seria fácil, estava enganado, Gabriel Milito técnico do Atlético Mineiro, na ocasião, colocou Eduardo Vargas durante o intervalo. E logo aos 2 minutos do segundo tempo, Hulk cobrou escanteio, Vargas subiu sem marcação e descontou, Atlético Mineiro 1 x 2 Botafogo.


Este gol motivou o Atlético Mineiro a buscar o empate, e o Botafogo teve que se fechar (já que estava com 1 jogador a menos). Aos 7 minutos Hulk cruzou da esquerda e Deyverson de peixinho escorou para fora. Depois aos 18 minutos do segundo tempo, Hulk limpou a jogado pelo lado, chutou forte na bola, e o goleiro John espalmou para escanteio. Dos 20 aos 40 minutos o Botafogo controlou bem, evitando do Atlético Mineiro criar jogadas perigosas.


 

Somente aos 41 minutos do segundo tempo, após Mariano ter feito um lançamento para Eduardo Vargas, que perdeu o gol de empate do Atlético Mineiro, foi levar perigo para o goleiro John.


 

Depois aos 47 minutos do segundo tempo, após bom lançamento de Alan Franco, Adryelson atrasou errado, a bola sobrou para Eduardo Vargas, que tentou fazer um gol de cobertura, e perdeu o segundo gol dele naquela tarde e começo da noite em Buenos Aires.


 

Mas estava escrito que o Botafogo seria o campeão da Libertadores de 2025, com muita raça, suor, lágrimas, predestinação e bom futebol. Aos 51 minutos do segundo tempo, após 7 minutos de acréscimo ter sido informado pelo árbitro Facundo Tello. Júnior Santos fez boa jogada, driblou e passou pela marcação dupla de Junior Alonso e Rodrigo Bataglia, Mariano só observou, na sequência tocou pra Matheus Martins que antes de chutar, a bola foi afastada por Alan Franco, e assim como começou terminaria, a bola sobrou pra Júnior Santos que definiu o placar da decisão: Atlético Mineiro 1 x 3 Botafogo. Fantasma de que o Botafogo não ganhava nada no século 21, foi vencido e destruído. Histórico!





Outro momento que ficou marcado, foi quando o técnico Artur Jorge vibrou logo após o gol da decisão feito por Júnior Santos, o técnico vibrou, e após ter recebido um toque de Luiz Henrique, rolou rapidamente no gramado evitando a queda por completo, e voltou para festejar com Carlos Eduardo e o goleiro John.


Artur Jorge e Adryelson foram para a dança, após a conquista:



 

Antes da entrega da taça, Deyverson reconheceu que o Botafogo foi melhor:



A entrega da taça da Libertadores, por Alejandro Domínguez, Presidente da Conmebol ao elenco do Botafogo



Relembre a final marcante de 2024:


Reveja | Assista a final de novo na íntegra:



FICHA TÉCNICA


ATLÉTICO-MG 1 X 3 BOTAFOGO


Estádio: Mâs Monumental


Data-Hora: 30/11/2024 – 17h


Árbitro: Facundo Tello (ARG)

Assistentes: Ezequiel Brailovsky (ARG) e Gabriel Chade (ARG)

VAR: Mauro Vigliano (ARG)

Público: 62.000 pagantes e 72 mil presentes 

Cartões amarelos: Battaglia, Lyanco, Fausto Vera e Hulk (CAM); Alex Telles, Thiago Almada, Igor Jesus e Vitinho (BOT)

Cartões vermelhos: Gregore 0:30 segundos, creditado em 1’/1ºT (BOT)

Gols: Luiz Henrique 35’/1ºT (0-1), Alex Telles 43’/1ºT (0-2), Vargas 1’/2ºT (1-2) e Júnior Santos 51’/2ºT (1-3)


ATLÉTICO-MG: Everson; Lyanco (Mariano – Intervalo), Battaglia e Junior Alonso; Gustavo Scarpa (Vargas – Intervalo), Fausto Vera (Bernard – Intervalo), Alan Franco e Guilherme Arana; Hulk, Paulinho e Deyverson (Alan Kardec 30’/2ºT) – Técnico: Gabriel Milito.



BOTAFOGO: John; Vitinho, Alexander Barboza, Adryelson e Alex Telles (Marçal 12’/2ºT); Gregore, Marlon Freitas e Savarino (Danilo Barbosa 12’/2ºT); Luiz Henrique (Matheus Martins 33’/2ºT), Igor Jesus (Allan 47’/2ºT) e Thiago Almada (Júnior Santos 33’/2ºT) – Técnico: Artur Jorge.


Que não demore muito, e em breve novamente o Botafogo conquiste a Libertadores, afinal a América do Sul quando é pintada de preto e branco, fica bem mais bonita!

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