Botafogo perde clássico da rivalidade para Fla, jogando absolutamente nada, faltou técnica, coletiva, e superabundou erros, expulsão de Barboza e 11 inicial mal escolhido pelo técnico Martín Anselmi


 
O fraco e limitado Vitinho, perdedor de gols, que alguns acham que ainda irá para a Seleção Brasileira - Foto: Vítor Silva/Botafogo


O 11 inicial do Botafogo foi mal escolhido, o técnico Martín Anselmi não teve coragem para fazer o básico: Loor, Ferraresi, Bastos, Alexander Barboza; Lucas Villalba, Edenílson, Danilo e Matheus Martins; Medina e Montoro; Júnior Santos. Ao invés de uma escalação mais justa pelo o que acontece nos treinos e pela vontade de jogar. O Anselmi foi de: Raul Steffens, Bastos, Allan e Alexander Barboza; Vitinho, Medina, Danilo e Alex Telles; Jordan Barrera e Matheus Martins; Arthur Cabral. Não deu outra, com um 11 inicial mal escalado, a derrocada estava a caminho. Ontem parecia que o Eduardo Barroca fosse o treinador do Botafogo, ou se vocês preferirem, o Marcelo Chamusca, ou quem sabe até o Marcos Paquetá. Falta de ser um bom gerenciador de um elenco de futebol, ou não teve peito para evitar as interferências de John Textor, na escalação, como só Artur Jorge e Renato Paiva tiveram? (Fica o questionamento).


Não o nosso clube que torcemos, que é fraco ou arcaico; mas sim essa diretoria atual sob John Textor. Atualmente a SAF Botafogo é como se fosse um circo naufragado no mar. Somente por guindaste e bom navio, para esta situação ser resolvida. Ou seja novos investidores surgirem, para o John Textor sair. Não precisa ser um expert, vidente ou está no dia-a-dia nos bastidores do Botafogo para saber isso, o único clube que John Textor nunca foi dono, foi o Crystal Palace. Por lá, Steve Parish Presidente, desde 2015, nunca deixou o fanfarrão fazer graça, ou prejudicar o clube, com alavancagens. 


A SAF Botafogo gastou mais de R$700 Milhões com reforços em 2025, onde só apenas Kaio Pantaleão, Montoro e Danilo deram certo. Foi um absurdo total isto ter sido normalizado por àqueles que são cães gulosos, e que amam ludibriar a torcida botafoguense, no Youtube. Não vamos dar nomes, mas vocês sabem quem eles são. O jeito de agir deles, deixa explícito este tipo de comportamento indigno e vergonhoso.


A SAF Botafogo pagar R$1,7 Milhão por mês para Alex Telles, que está se arrastando em campo, jogando pior que o Reinaldo do Mirassol é um ultraje, além dele. Outros super salários, vão para Arthur Cabral que recebe R$1,4 Milhão, dito como substituto de Igor Jesus por uns e outros, mas não substitui nem o Caio Talismã de 2010. Joaquín Correa que pensa que o Botafogo é uma passarela de Milão, recebe 1,6 Milhão por mês, e só vive de jogar bem 1 jogo, fica outros 5 no banco de reservas, e depois se lesiona; Artur Victor o falso substituto de Luiz Henrique, recebe R$1,3 Milhão por mês, não quis ser vendido para o Spartak, mas não joga nada, não produz e vive de jogar alguns jogos, se lesiona, volta pro banco, e fica neste ciclo danoso aos cofres da SAF. Guardou os números? O Botafogo paga R$6 Milhões por mês de salário, só de Alex Telles, Arthur Cabral, Joaquín Correa e Artur Victor.


Uma SAF perdida, hipócrita que prestigia os péssimos, e boicota alguns jogadores que não tem chance, basta ver as desculpas para não escalarem o goleiro Loor. 


O Alvinegro foi derrotado pelo Flamengo por 3 a 0 neste sábado (14/3), dentro do Estádio Nilton Santos, e se afundou na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro 2026.


O Botafogo ainda teve que lidar com o controverso VAR sob o comando de Rodrigo D´Alonso Ferreira, e um Anderson Daronco tal como o robocop com falha.


O jogo

O Botafogo foi a campo com uma formação diferente, mas com a morosidade de sempre. Muitos toques para o lado, pouca criatividade e um ataque inoperante que perdeu 2 bons lances. 




Aos 3 minutos do primeiro tempo, Matheus Martins fez bom passe para Alex Telles, que fez bom levantamento na área, porém como a bola passou perto do Arthur Cabral, saiu de rota para Cristian Medina abrir o placar. Aos 8 minutos, foi a vez de Arthur Cabral perder ótima chance de entrar na área, onde fez um chute como se fosse um passe, a ruindade em canela. 



O Flamengo também não jogou muita coisa, mas conseguiu abrir o placar logo aos 12 minutos do primeiro tempo, contando com a estupidez alvinegra. Jordan Barrera errou o corte e Barboza errou também o bote, Varela conseguiu dar um toque para trás e Samuel Lino chutou, a bola desviou em Bastos que fez um gol contra, e prejudicou, o goleiro Raul: 1 a 0 para o lado de lá.


 

Os visitantes tiveram a chance de fazer 2 a 0 aos 37 minutos, com Samuel Lino chutando para fora, após um bom levantamento por cima de Jorginho.







Nos acréscimos, o Flamengo ampliou o placar, com Léo Pereira cobrando falta que Alexander Barboza se precipitou – e era uma bola defensável para Raul, porém o desgraçado do Arthur Cabral, meteu a cabeça na bola, titular depois de falhas de Neto e Léo Linck. Para piorar, aos 54 minutos do primeiro tempo, Daronco foi chamado pelo VAR Rodrigo D´Alonso Ferreira e expulsou Alexander Barboza, que puxou e foi puxado por Pedro, com Alex Telles na cobertura. Uma falta anula a outra, mas para eles da gávea sempre há boa vontade. Uma vergonha.





O Botafogo voltou do intervalo com Ferraresi e Newton para tentar recompor o sistema defensivo, mas o Flamengo fez o terceiro logo aos três minutos: Varela foi lançado, com o zagueiro venezuelano dando condições, e rolou no meio para Pedro (que foi marcado à distância por Bastos) completar e marcar 3 a 0. Depois, Samuel Lino quase fez o quarto.




 

O Botafogo aí não tinha muito mais o que fazer, e o Flamengo também não forçou muito. O único que jogou bola, e foi bem, Medina, a estreia de Cristian Nicolás Medina, que não se escondeu do jogo, saiu sangrando por causa de uma cotovelada de Jorginho – que não foi expulso por pura incompetência do VAR Rodrigo ¨Guloso¨ D´Alonso Ferreira – Medina mostrou muita qualidade. Uma pena que o Alvinegro é uma grande bagunça dentro e fora de campo sob aquele desgraçado palhaço mór, do John Charles Textor. 


Próximos jogos do Botafogo

O Botafogo terá agora uma sequência de três jogos seguidos fora de casa pelo Campeonato Brasileiro, contra Palmeiras, quarta-feira (18/3), às 19h, no Allianz Parque; Red Bull Bragantino, no próximo sábado (21/3), às 16h, no Cícero de Souza Marques; e Athletico-PR, dia 29, às 18h30, na Arena da Baixada.



FICHA TÉCNICA

BOTAFOGO 0 X 3 FLAMENGO

Estádio: Nilton Santos

Data-Hora: 14/3/2026 – 20h30

Árbitro: Anderson Daronco (Fifa/RS)

Assistentes: Rafael da Silva Alves (Fifa/RS) e Brígida Cirilo Ferreira (Fifa/AL)

VAR: Rodrigo D’Alonso Ferreira (VAR-Fifa/SC)

Renda e público: R$ 628.290,00 / 14.789 pagantes / 16.176 presentes

Cartões amarelos: Alexander Barboza, Allan, Martín Anselmi e Arthur Cabral (BOT); Pulgar e Jorginho (FLA)

Cartões vermelhos: Alexander Barboza 54’/1ºT (BOT)

Gols: Samuel Lino 12’/1ºT (0-1), Léo Pereira 46’/1ºT (0-2) e Pedro 3’/2ºT (0-3)


BOTAFOGO: Raul; Vitinho, Bastos, Alexander Barboza e Alex Telles; Allan (Newton – Intervalo), Cristian Medina e Danilo (Edenílson 35’/2ºT); Jordan Barrera (Mateo Ponte 9’/2ºT), Matheus Martins (Ferraresi – Intervalo) e Arthur Cabral (Júnior Santos 25’/2ºT) – Técnico: Martín Anselmi.


FLAMENGO: Rossi; Varela, Léo Ortiz, Léo Pereira (Vitão 19’/2ºT) e Alex Sandro (Ayrton Lucas 19’/2ºT); Pulgar (Evertton Araújo 24’/2ºT), Jorginho (Luiz Araújo 40’/2ºT) e Lucas Paquetá; Carrascal (Plata 40’/2ºT), Samuel Lino e Pedro – Técnico: Leonardo Jardim.

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