No último final de semana, surgiram rumores nos bastidores envolvendo o ex-CEO da SAF Botafogo Thairo Arruda e negociações financeiras na SAF Botafogo. Segundo mensagens que circulam em grupos de WhatsApp, de que Thairo teria tentado uma manobra que alguns classificaram como “golpe de estado” dentro da diretoria do clube.
De acordo com os relatos, ele teria fechado um acordo com o Banco BTG Pactual para assumir o controle do Botafogo, mas dependia do apoio do setor associativo do clube social para concretizar a operação. A falta desse respaldo teria sido decisiva, para a sua vindoura demissão:
"Mas ele precisava do associativo pra conseguir isso. Foi aí que ele se ferrou", dizia uma das mensagens compartilhadas.
Ainda segundo o mesmo relato, a informação sobre os planos de Thairo Arruda acabou vazando para Textor, atual dono da SAF Botafogo, depois que algumas pessoas próximas ao processo decidiram revelar os detalhes:
"Os caras abriram a boca e contaram pro Textor. Por isso ele (Thairo) saiu", completava a mensagem.
Embora a autenticidade das mensagens não tenha sido oficialmente confirmada, a situação evidencia a tensão entre o executivo, o associativo do clube e potenciais investidores externos. A saída de Thairo do cenário administrativo do Botafogo surge como consequência direta dessa ruptura de confiança.
Até o momento, nem Thairo, nem representantes do Banco BTG Pactual, nem a diretoria do Botafogo se pronunciaram oficialmente sobre os fatos.
Em 30 de Janeiro de 2026, John Charles Textor e João Paulo Magalhães Lins, Presidente do Clube Associativo, viajaram juntos para São Paulo/SP, e foram até o Banco BTG PACTUAL, para conversar sobre as condições do empréstimo da GDA LUMA, porém JT não esperou pelo balanço financeiro completo.
A situação reforça a importância do associativo no Botafogo, cujo aval é considerado essencial para decisões estratégicas e negociações com investidores interessados.
Nos primeiros dias do mês de fevereiro de 2026, a SAF Botafogo vivia intensa negociação para destravar um empréstimo financeiro significativo com a GDA LUMA e Hutton Capital que visava sanar a crise de caixa e permitir um maior fôlego ao futebol profissional — incluindo o fim do chamado Transfer Ban da FIFA, penalizando o clube por dívidas pendentes ao Atlanta United. Nesse cenário, o Banco BTG Pactual foi envolvido não apenas como auditor financeiro, mas como possível mediador de novas entradas de capital para a SAF, segundo reportou o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo.
Em meio à crescente tensão, Thairo Arruda apresentou sua demissão do cargo de CEO da SAF do Botafogo em 6 de fevereiro de 2026, uma decisão vista por fontes internas como consequência direta da ruptura com o clube associativo e da perda de confiança com o principal acionista da SAF, John Charles Textor.
Thairo Arruda tentou buscar o melhor para a SAF Botafogo, mas há quem preferiu John Textor, agora o Botafogo está num limbo, pois pegou um empréstimo, que foi disfarçado por uns e outros da mídia independente como ¨APORTE¨, e em junho/2026 este empréstimo vai crescer e as dívidas vão aumentar, se nada for feito.
O Cenário ideal seria uma coalizão do BANCO BTG Pactual assumindo dívidas da SAF Botafogo, negociando com a ARES maior credora na Eagle BidCo, e depois se a Iconic Sports gostaria ou não de fazer parte do negócio.
Valor de Mercado (Market Cap) do Banco BTG Pactual
O market cap representa o valor total de mercado de todas as ações emitidas por uma empresa — ou seja, quanto o mercado financeiro “avalia” a companhia.
Em diferentes bases de câmbio, o valor de mercado do BTG Pactual em 2026 está na casa de dezenas de bilhões de euros/dólares. Por exemplo, segundo estimativas de mercado, a empresa tem cerca de €78,9 bilhões (R$437,90 bilhões) em capitalização de mercado — valor que a coloca entre as maiores empresas brasileiras listadas globalmente.
Em termos de dólares, estimativas recentes indicam um market cap próximo a US$95,8 bilhões (R$488,58 bilhões).
Ativos e Situação Financeira
Além do valor de mercado, outro indicador importante é o total de ativos que a empresa controla:
Em setembro de 2025, o BTG Pactual tinha aproximadamente US$128,76 bilhões (R$656,68 bilhões) em ativos totais, que incluem investimentos, dinheiro em caixa, empréstimos e outros bens do balanço.
A mesma base de dados mostra que seu patrimônio líquido (ativos menos passivos) era cerca de US$13,65 bilhões.
Fortuna Relacionada à Liderança
O valor de mercado da empresa não é a mesma coisa que a fortuna pessoal de seus executivos, mas há dados de mercado sugerindo que a fortuna do principal controlador e líder associado ao BTG — André Esteves — teria crescido significativamente nos últimos anos, chegando a estimativas acima de US$20 bilhões (R$102 bilhões de reais) segundo rankings de bilionários recentes. (essas estimativas são baseadas em rankings públicos e não refletem diretamente o valor patrimonial consolidado da empresa em si). Servindo como base, e evidenciando que se o plano de Thairo tivesse seguido adianta, com aval do Botafogo Associativo, o Banco BTG tinha dinheiro de sobra para investir, pagar dívidas e acertar com a ARES, e como seria o futuro da SAF Botafogo, sem John Textor.

